Resumo:
O crescimento populacional nas áreas urbanas, impulsionado pela migração das zonas rural e suburbanas, tornou a vida nas cidades um desafio significativo tanto para os cidadãos quanto para os administradores públicos, que enfrentam a tarefa de gerir de forma sustentável os recursos disponíveis (Rostirolla, 2018). No Brasil, cerca de 85% da população vive atualmente em áreas urbanas, cada uma com características próprias e diferentes necessidades sociais e estruturais (Ministério do Desenvolvimento Regional [MDR], 2020). Nesse cenário, a Carta Brasileira de Cidades Inteligentes defende que as cidades devem se comprometer com o crescimento urbano sustentável e com a transformação digital. Isso implica considerar dimensões econômicas, ambientais e socioculturais de forma integrada, por meio de planejamento inovador, colaborativo e orientado por tecnologia, governança e gestão (MDR, 2020). Em consonância, a União Europeia define cidades inteligentes como aquelas que enfrentam questões públicas por meio de soluções baseadas em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), estruturadas a partir de parcerias multissetoriais e institucionais (Bernardes, 2018).
Referência:
PUSCHI, Michele Lima dos Santos; SANTOS, Alessandro Santiago dos; SIQUEIRA, Érica Souza. Avaliação da maturidade de governança de dados em centros de controle de cidades inteligentes: aplicação no COR-RJ. In: SEMINÁRIOS EM ADMINISTRAÇÃO, SemeAd, 28., 2025., São Paulo. Anais… 16 p. [on-line]
Acesso ao trabalho no site do Evento:
https://login.semead.com.br/28semead/anais/resumo.php?cod_trabalho=1163