IPT, WEG, Tupy e Cecil debatem inovação aberta e integração entre empresas e ICTs na SPIW 2026

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Masterclass realizada durante a São Paulo Innovation Week reuniu representantes da indústria e da inovação aberta para discutir colaboração estratégica, desenvolvimento tecnológico e conexão entre empresas e instituições de ciência e tecnologia

A integração entre empresas e instituições de ciência e tecnologia (ICTs) esteve no centro da masterclass ‘Inovação disruptiva integrando empresas e ICTs: Caso do IPT Open‘, realizada nesta quarta-feira, dia 14 de maio, durante a São Paulo Innovation Week (SPIW 2026), na FAAP.

O encontro reuniu representantes da indústria, inovação aberta e desenvolvimento tecnológico para discutir como a colaboração entre empresas e centros de pesquisa vem se tornando estratégica para acelerar soluções tecnológicas, ampliar competitividade e transformar conhecimento em impacto para a sociedade.

Participaram da discussão Luciana Assis Gobo, especialista de projetos da Tupy; Alex Vallone, gerente de inovação aberta do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); Frederico Silva, da WEG; e Clayton Lambert, head de inovação e tecnologia da Cecil.

Durante a masterclass, os participantes compartilharam experiências sobre inovação aberta, transformação digital, desenvolvimento tecnológico colaborativo e os desafios de integrar pesquisa aplicada às demandas do setor produtivo.

Representando o IPT, Alex Vallone apresentou o papel do IPT Open como plataforma de conexão entre empresas, startups e ecossistemas de inovação. Segundo ele, a iniciativa atua principalmente por meio de centros de inovação, programas de aceleração de startups e construção de hubs temáticos voltados ao desenvolvimento tecnológico.

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“Inovação aberta pode assumir uma enorme diversidade de formatos. O programa IPT Open explora esses formatos e cria novos instrumentos para alavancar a inovação tecnológica, ampliando o alcance e o impacto do IPT”, destacou Alex Vallone, gerente de inovação aberta do IPT (primeiro da esq. para dir)

“Inovação aberta pode assumir uma enorme diversidade de formatos. O programa IPT Open explora esses formatos e cria novos instrumentos para alavancar a inovação tecnológica, ampliando o alcance e o impacto do IPT”, destacou Vallone.

Segundo o gerente de inovação aberta do Instituto, a construção de ecossistemas colaborativos vem ampliando a capacidade das organizações de desenvolver soluções de forma integrada, aproximando competências técnicas e acelerando processos de transformação tecnológica, especialmente em áreas que representam mudanças de paradigma para a indústria e para a sociedade.

Luciana Assis Gobo destacou a importância da aproximação entre empresas e ICTs para impulsionar inovação e desenvolvimento industrial no país.

“Com o aumento de escala do nosso projeto de reciclagem de baterias de íon, tem sido enriquecedor dividir o espaço com outras empresas para construirmos parcerias. Todo mundo ganha”, ressaltou.

Para a representante da Tupy, ambientes colaborativos de inovação são fundamentais para acelerar processos de pesquisa, validação tecnológica e aplicação prática de soluções industriais.

Frederico Silva, da WEG, destacou o momento estratégico vivido pelo ecossistema brasileiro de inovação e o potencial de colaboração entre empresas, instituições de pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

“Temos um momento único no ecossistema de inovação brasileiro, no qual temos a oportunidade de extrair o máximo de valor para a cadeia produtiva nacional”, pontuou.

Segundo ele, a aproximação entre indústria, ciência aplicada e inovação aberta tem papel importante para fortalecer a competitividade do país e ampliar a capacidade de geração de soluções de alto impacto para o setor produtivo.

Clayton Lambert, head de inovação e tecnologia da Cecil, ressaltou a importância da colaboração entre indústria, ecossistemas de inovação e ICTs para impulsionar novas agendas de transformação industrial.

“O painel realizado no São Paulo Innovation Week foi uma experiência extremamente rica de conexão, troca de conhecimento e visão de futuro. Tivemos discussões muito relevantes entre indústria, ecossistema de inovação e ICT, representadas pela Cecil, Tupy, WEG e IPT, em um ambiente de diálogo aberto, colaborativo e altamente estratégico.

Além da qualidade técnica, chamou muito a atenção o nível das interações com o público, com perguntas pertinentes e reflexões profundas sobre inovação industrial, ecossistemas colaborativos e os desafios da nova economia. Foi um painel que não apenas compartilhou experiências, mas também provocou pensamento crítico e despertamento para os movimentos de transformação que já estão acontecendo dentro das organizações”, avaliou.

A participação do IPT na SPIW 2026 reforça o posicionamento do Instituto como articulador estratégico entre ciência, tecnologia, indústria e inovação aplicada, ampliando sua atuação em ecossistemas colaborativos voltados ao desenvolvimento do país.

Por meio do IPT Open, o Instituto vem fortalecendo iniciativas de inovação aberta, conexão com startups, aceleração tecnológica e desenvolvimento de soluções em parceria com empresas e instituições nacionais e internacionais.

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