Resumo:
São apresentados resultados de doze anos de ensaios de corrosão atmosférica em onze tipos de materiais metálicos expostos em estações em estações instaladas em área industrial e urbana da Grande São Paulo e em área rural, a cerca de 200 km da cidade. Consideráveis diferenças de taxas de corrosão observam-se entre as amostras expostas nas estações da região rural e da região industrial, com taxas de corrosão entre quatro e seis vezes menores para o aço, carbono, zinco, aço galvanizado e latão. Menores diferenças, cerca de duas a três vezes, notaram-se em aço aclimável. As taxas de corrosão na região urbana apresentam valores intermediários entre as duas regiões acima. Redução de até três vezes é observada nas taxas de corrosão de aços aclimáveis em relação ao carbono na região industrial, enquanto na área rural esta diferença é nula. As taxas de corrosão dos metais ferrosos diminuem com o tempo de exposição ao contrário de metais como o latão e o zinco que crescem continuamente com o tempo. O aço inoxidável austenítico é praticamente imune à corrosão atmosférica.
Referência:
GIORGI, F.; ALMEIDA, L. A. B.; FARIA, E. A. Corrosão atmosférica em São Paulo: doze anos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORROSÃO, 17., 1993, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro: ABRACO, 1993. v.1, p. 318-326.
São apresentados resultados de doze anos de ensaios de corrosão atmosférica em onze tipos de materiais metálicos expostos em estações em estações instaladas em área industrial e urbana da Grande São Paulo e em área rural, a cerca de 200 km da cidade. Consideráveis diferenças de taxas de corrosão observam-se entre as amostras expostas nas estações da região rural e da região industrial, com taxas de corrosão entre quatro e seis vezes menores para o aço, carbono, zinco, aço galvanizado e latão. Menores diferenças, cerca de duas a três vezes, notaram-se em aço aclimável. As taxas de corrosão na região urbana apresentam valores intermediários entre as duas regiões acima. Redução de até três vezes é observada nas taxas de corrosão de aços aclimáveis em relação ao carbono na região industrial, enquanto na área rural esta diferença é nula. As taxas de corrosão dos metais ferrosos diminuem com o tempo de exposição ao contrário de metais como o latão e o zinco que crescem continuamente com o tempo. O aço inoxidável austenítico é praticamente imune à corrosão atmosférica.
Referência:
GIORGI, F.; ALMEIDA, L. A. B.; FARIA, E. A. Corrosão atmosférica em São Paulo: doze anos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORROSÃO, 17., 1993, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro: ABRACO, 1993. v.1, p. 318-326.