Instituto foi convidado para agenda estratégica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação voltada ao fortalecimento da soberania tecnológica, industrialização e agregação de valor no setor mineral brasileiro

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas participou, nesta terça-feira, 13 de maio, do lançamento do Grupo de Trabalho de Inovação para o Setor Mineral (GT-ISM), iniciativa coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para fortalecer a soberania tecnológica brasileira no setor mineral.
Convidado para a agenda, o IPT foi representado pelo diretor-presidente, Anderson Correia, em mais uma articulação estratégica envolvendo ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento industrial no país.
O grupo de trabalho tem como objetivos fortalecer a governança da inovação mineral, integrar instituições estratégicas do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e estruturar uma agenda nacional voltada à definição de desafios tecnológicos prioritários para o setor.
A iniciativa também busca ampliar a infraestrutura científica e tecnológica do país, estimular a agregação de valor e a industrialização, incentivar o conteúdo nacional e fortalecer a inserção do Brasil em cadeias globais de maior sofisticação tecnológica.
Para Correia, o movimento representa um passo importante para aproximar competências científicas e tecnológicas dos desafios estratégicos do país.

“O Brasil possui competências técnicas, científicas e industriais relevantes para avançar em uma agenda de inovação mineral conectada à transição energética, à sustentabilidade e à agregação de valor. A criação deste grupo fortalece a articulação entre governo, instituições de pesquisa e setor produtivo, ampliando a capacidade nacional de desenvolver soluções estratégicas para o país”, afirmou o diretor-presidente do IPT.
A diretora da Unidade de Materiais Avançados do IPT, Sandra Lúcia de Moraes, também destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento da inovação no setor mineral brasileiro.
“O grupo cria um ambiente estratégico para aproximar os desafios do setor mineral das competências técnico-científicas existentes no país, especialmente em temas como minerais críticos, sustentabilidade, economia circular e agregação de valor”, afirma ela.
Segundo ela, o Instituto possui uma trajetória histórica de apoio tecnológico à mineração e atualmente atua em iniciativas relacionadas à transição energética, reciclagem avançada, hidrometalurgia e materiais avançados: “A presença do IPT neste movimento é fundamental para ampliar conexões, acelerar inovação e fortalecer a competitividade da mineração brasileira.”