Posse de reitor e vice da USP

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Anderson Correia, a vice-reitora Liedi Bernucci, Natália Cerize e Fabiano de Moraes, do IPT


Na tarde de sexta-feira, 23 de janeiro, realizou-se no auditório Ulysses Guimarães do Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a cerimônia de posse da nova gestão da USP – Universidade de São Paulo para o período de 2026 a 2030. Será a 30ª gestão de reitores da universidade, fundada em 1934. Em sessão solene o Conselho Universitário deu posse aos novos dirigentes, numa cerimônia presidida pelo governador Tarcisio Freitas.

Aluisio Segurado, da Faculdade de Medicina, e Liedi Bernucci, da Escola Politécnica da USP, são, respectivamente, reitor e vice-reitora.

Eloisa Bonfa, diretora da Faculdade de Medicina da USP, abriu os trabalhos pelo Conselho Universitário enfatizando a autonomia acadêmica como valor “inegociável”. Destacou a renovação com responsabilidade “assumindo compromisso com a democracia e o futuro do país”.

Vahan Agopyan, titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, destacou a excelência do sistema paulista de ensino superior: “São Paulo investe 7% do orçamento em ciência e tecnologia, é um estado que acredita nas suas instituições e investe nelas contando para isso com a FAPESP, o que dá segurança às pesquisas e autonomia financeira à administração.”

Para o reitor Aluísio Segurado, o início de uma nova gestão renova as expectativas: “Vivemos tempos desafiadores no Brasil e no mundo como as mudanças climáticas, tensões políticas e desinformação. A universidade, muitas vezes mal percebida pelo público, reafirma sua relevância para o desenvolvimento socioeconômico do país. Temos os desafios de incorporar tecnologias disruptivas e com a excelência acadêmica.”

Diante das mudanças na política econômica e o advento da reforma tributária, o reitor defendeu o sistema de financiamento atual: “Reforçando o relacionamento interinstitucional, manteremos articulação com o Distrito Industrial na cidade de São Paulo. Para isso atuaremos em quatro eixos: valorização das pessoas, excelência acadêmica, fortalecimento da relação entre USP e sociedade, e otimização dos processos de gestão acadêmica e administrativa. É tempo de nos preparar para o futuro.”

O governador Tarcísio de Freitas destacou como bem-sucedido o fomento à pesquisa que resulta da parceria com o estado de São Paulo: “Temos nichos de excelência, como é o caso da USP, e vamos mitigar qualquer risco para que a instituição siga conectada com projetos de inclusão, resiliência de cidades, questões climáticas e da transição energética, biotecnologia e hidrogênio de etanol.” O governador relembrou a trajetória da professora Liedi à frente do IPT.

Para o diretor-presidente do IPT, Anderson Correia, é promissor o relacionamento entre o Instituto e a USP na gestão que se inicia: “Parcerias com a USP poderão ser muito produtivas, a exemplo do Distrito de Inovação mencionado na fala do reitor.” A vice-reitora Liedi Bernucci foi na mesma direção, sugerindo novas possibilidades em pesquisas e cooperação interinstitucional.

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